Skip to main content

Search

Search

Tratar a sua alergia

Se começar a apresentar sintomas de alergia pela primeira vez, é importante consultar um médico antes de tomar outras medidas. Para além do diagnóstico, o médico também poderá dar-lhe alguns conselhos sobre a rinite alérgica. Em alternativa, pode visitar um farmacêutico que lhe possa oferecer conselhos sobre opções de tratamento adequadas.

Comece por descobrir que tipos de tratamento estão disponíveis, e como cada um deles funciona no alívio dos seus sintomas:

  • Anti-histamínicos H1

Os anti-histamínicos H1 são o grupo de medicamentos mais usado na rinite alérgica, que funciona ao bloquear a ação da histamina no seu organismo. Estão disponíveis na forma de comprimidos, colírios e suspensões para pulverização nasal, como medicamentos sujeitos ou não sujeitos a receita médica.

  • Descongestionantes

Os descongestionantes ajudam a aliviar a congestão nasal e dos seios perinasais ao diminuir a o inflamação das membranas nasais.  Podem ser combinados com um anti-histamínico para proporcionar um alívio mais completo.

  • Corticosteróides

Os corticosteróides, em geral, funcionam ao suprimir a libertação de químicos normalmente produzidos pelo corpo durante uma reação alérgica. Existem vários tipos diferentes, incluindo:

  • Corticosteróides intranasais – os corticosteróides intranasais, como Pulmicort®Nasal Aqua, ajudam a tratar e prevenir um maior inchaço das vias nasais. Também aliviam a congestão e outros sintomas nasais.
  • Corticosteróides orais – estes são normalmente prescritos apenas para períodos de curta duração, para ajudar a aliviar sintomas muito graves de reações alérgicas.
  • Imunoterapia

Também conhecida como vacinas antialérgicas. Consistem numa série de injeções administradas por um profissional de saúde, normalmente durante um determinado número de anos. Cada vacina contém uma pequena quantidade de agentes alergénicos a fim de provocar a produção de anticorpos que irá reduzir a sua sensibilidade e aumentar a sua tolerância ao agente alergénico com o tempo.

Se estiver a considerar tratamento, o Pulmicort® Nasal Aqua poderá ajudar. Para obter mais informações sobre os medicamentos disponíveis clique aqui.

Gerir as suas alergias

A sua casa é o lugar onde possui maior controlo sobre o seu ambiente. Adaptá-la às suas alergias resultará em benefícios significativos para si.

QA Text: 
QA Question: 

Reduza os agentes alergénicos em sua casa

Estas práticas não são benéficas apenas para pessoas com alergias de espaços fechados. Estas irão melhorar a qualidade do ar em casa e proporcionar um ambiente mais saudável para pessoas com problemas respiratórios, asma ou bronquite. Estas mudanças trarão diferenças significativas, mas se não trouxerem um alívio suficiente, é altura de considerar a medicação.

  1. Evite carpetes, tapetes ou cortinas pesadas

    • Todos estes elementos permitirão a acumulação de pó. Idealmente, os pisos de madeira ou de linóleo são melhores para evitar o pó, mas se substituir o seu piso não é uma opção certifique-se de que as suas carpetes são de pelo curto.

  2. Seja inteligente na decoração da casa

    • ​​Substituir móveis estofados pode ajudar, mas se isso não for possível, existem algumas alterações simples que pode realizar. Pode colocar na sua cama colchões, lençóis, edredões e almofadas antialérgicas. Também pode cobrir o colchão com roupa de cama especial “amiga das alergias”.

  3. Seja cuidadoso/a com a limpeza

    • Aspirar e limpar o pó pode ajudar a reduzir os agentes alergénicos em sua casa. Certifique-se de que mantém os pisos e os móveis o máximo possível livres de pó. Aspirar regularmente o colchão, as carpetes e os móveis pode ajudar. Aspire utilizando um filtro, e quando terminar mude os sacos do aspirador fora de casa.

    • Quando limpar, use uma máscara e luvas e utilize um pano húmido para agarrar as partículas em vez de sacudi-las no ar.

    • Se tiver um animal de estimação e for alérgico/a a este, tente duplicar a limpeza de casa, mudar as roupas com frequência e manter algumas divisões fora dos limites do seu animal de estimação. Saiba mais.

  4. Esteja atento/a à lavagem da sua roupa

    • Lave toda a roupa da cama com água quente para matar os ácaros e ver-se livre das respetivas fezes. Areje bem a sua cama todos os dias, faça-a de manhã cedo e seque-a com uma botija de água quente antes de se deitar. Até a pessoa mais friorenta transpira durante o sono e os ácaros são atraídos pela humidade. Lave as almofadas, os lençóis e os brinquedos das crianças a 60 graus Celsius ou mais.

  5. Minimize a desarrumação

    • Isto só acumula ainda mais pó nas superfícies. Elimine a desarrumação para que o pó não se esconda, livre-se de almofadas e abajures demasiado trabalhados. Mantenha as roupas em armários e as bonecas, peluches e outros brinquedos macios numa caixa de brinquedos. Desfazer-se de vasos de plantas e caixotes de lixo cheios (principais áreas de acumulação de esporos do bolor) também pode ajudar.

  6. Adquira um filtro de ar

    • ​​​Os filtros de partículas de alta eficiência (HEPA) ajudam a absorver agentes alergénicos que podem desencadear alergias. Utilize um filtro de ar HEPA em sua casa e um aspirador com o mesmo filtro.

  7. Mantenha as janelas fechadas

    • ​​A importância de arejar a casa foi reconhecida por Florence Nightingale, a primeira enfermeira formada que documentou os seus benefícios para a saúde. No entanto, as pessoas alérgicas devem restringir o período de tempo em que as janelas podem ficar abertas. O pólen entra pela janela aberta e pode aumentar o seu sofrimento com a alergia. Mantenha as janelas fechadas durante os períodos em que a concentração polínica é elevada.

    • Limpar as janelas também é importante, sobretudo em torno dos caixilhos e peitorais das janelas que podem alojar bolor e humidade.

  8. Por fim, se estiver à procura de casa…

    • ​​… é conveniente evitar localizações húmidas perto de rios ou mesmo cursos de água subterrâneos. Se tem uma alergia a gatos ou a outros animais de estimação, poderá necessitar de incluir a substituição do piso da casa nova no custo total da compra. Aliás, a sua casa ideal poderá ser uma construção nova nos Alpes, onde os ácaros não consigam sobreviver devido à a baixa humidade e às temperaturas baixas.

Para obter mais informações sobre como adotar uma rotina com baixo nível de alergénios continue a ler. Se ainda estiver a sofrer poderá necessitar de medicação.

Início
QA Question: 

Rotina com baixo nível de alergénios

Pensar na sua rotina diária e colocar em perspectiva o que poderia fazer que o/a ajude na sua batalha contra as alergias, pode realmente fazer a diferença.

Eis alguns pontos importantes para cada fase do dia. É claro que as rotinas terão de ser ajustadas conforme a hora do dia, a época do ano e a concentração polínica, juntamente com outros fatores personalizados para si e para os seus agentes alergénicos específicos.

De manhã

À medida que se prepara para sair de casa, existem coisas que podem fazer a diferença. Como a primeira vez que sair de casa será a primeira vez que estará exposto/a a agentes alergénicos, tem de certificar-se de que está preparado/a. Caso esteja a tomar medicação para a alergia, tome-a antes de planear sair de casa. O Pulmicort® Nasal Aqua começa a funcionar rapidamente e tem uma duração de ação até 24 horas.

Os géis e os produtos para o cabelo podem ser ímanes para os agentes alergénicos, por isso, quando possível, evite aplicá-los de manhã antes de sair.

Até as coisas que usa podem fazer a diferença. Por exemplo, os óculos de sol grandes podem manter os agentes alergénicos longe dos olhos.

À tarde

Tente, sempre que possível, permanecer em espaços interiores e, tal como indicado na lista de recomendações sobre alergias, evite abrir as janelas também. Embora isto possa não ser ser muito prático, ainda subsiste o risco de as suas alergias atacarem. Considere transportar consigo medicamentos adicionais para a alergia para estar preparado/a a qualquer altura do dia.

À noite

Se tiver espaço na sua agenda, seria uma excelente ideia passar algum tempo a manter a casa limpa.

Isto ajudará a evitar a acumulação de agentes alergénicos em sua casa. Além disso, tente arranjar tempo para lavar as roupas que tenham estado na rua a acumular pólen.

Por último, é uma boa ideia tomar um duche antes de ir para a cama. Enquanto esteve fora, acumulou pólen no seu cabelo e corpo. Tomar um duche antes de ir dormir irá ajudar a eliminar o pólen para que não tenha de levá-lo para a cama consigo.

Início

Tipos de agentes alergénicos

Os agentes alergénicos podem ser mais proeminentes em diferentes períodos do ano. Dependendo do período do ano, diferentes plantas libertam o seu pólen na atmosfera. Veja em baixo mais informações sobre pólen e outros agentes alergénicos.

  • Amieiro: Os amieiros crescem sobretudo em lugares húmidos como margens dos rios. Os amentilhos macho (cachos de flores) são de cor castanho‑avermelhada, passando a amarelo-avermelhada quando maduros. O seu pólen é conhecido pela sua alergenicidade moderada a elevada, e pode ser libertado a partir de finais de janeiro, com um período de pico em março. Os pólenes da bétula e da aveleira são semelhantes ao pólen do amieiro. As pessoas sensíveis ao pólen do amieiro também poderão sofrer quando os pólenes da aveleira e da bétula andam no ar.
  • Freixo: Os freixos podem crescer até 30 metros ou mais em lugares com um bom fornecimento de água, e são reconhecidos pela sua casca macia castanho-acinzentada. Os rebentos do freixo-comum são pretos, enquanto os de outras espécies são castanhos. Os freixos têm um período de floração relativamente curto de cerca de duas semanas em março ou abril.
  • Bétula: O pólen da bétula é um dos alergénicos com maior nível de alergenicdade, e as bétulas são fáceis de identificar pela sua casca branca. Preferem áreas arborizadas ou pantanosas, por isso raramente são encontradas em florestas densas. Dependendo do tempo, a floração começa por volta de meados de março.
  • Aveleira: Como arbusto que necessita de muita luz, a aveleira é frequentemente encontrada nas extremidades das florestas. Os amentilhos macho são amarelos brilhantes e fáceis de detetar à distância.
  • Carvalho: Os carvalhos são fáceis de identificar pelo seu formato estável icónico e folhas únicas. A sua casca é rugosa, escura e com gretas na vertical. Os amentilhos macho surgem ao mesmo tempo que as folhas e o pólen é libertado em abril e maio. O carvalho produz alergenicidade moderada.
  • Sicómoro: Os sicómoros são árvores enormes com folhas semelhantes às de plátano e uma casca característica que descasca em grande escala. As camadas exteriores são normalmente escuras, enquanto as camadas interiores são amarelo-brilhante ou castanhas. Devido à sua resistência à poluição, os sicómoros são frequentemente encontrados nas cidades. As flores concentram-se em pequenas esferas em talos compridos pendentes, com uma época de floração de vai de março a maio. Os sintomas de alergia frequentes durante este período tendem a ser causados pela bétula, mas também pelo amieiro, aveleira, faia, carvalho, castanheiro e várias gramíneas.
  • Salgueiro: Os salgueiros são frequentemente encontrados a crescer em solos húmidos e arenosos, perto de rios e lagos. Os rebentos das flores frequentemente têm pelos brancos e prateados, e tornam-se amarelos quando as anteras brotam durante a época da polinização. A floração começa principalmente em março, mas, como há tantas espécies diferentes, às vezes o pólen ainda está a ser libertado em junho. A potência alergénica do salgueiro é baixa, mas são prováveis reações cruzadas com o pólen do álamo.
  • Colza: Esta é uma cultura agrícola disseminada com um odor desagradável e flores amarelas. Embora as flores sejam polinizadas por insetos, o pólen fica suspenso no ar e pode ser soprado pelo vento por dezenas de quilómetros. A época de floração principal vai de abril a maio, com alergenicidade baixa a moderada.
  • Plátano: As folhas deste pequeno herbáceo são normalmente dispostas em roseta diretamente no solo. As flores centram-se em compridos caules sem folhas, revelando uma longa resistência. A concentração polínica normalmente não é muito elevada, e a época vai de maio a setembro sem um pico proeminente.
  • Tília: As tílias crescem até 30 metros de altura e são frequentemente plantadas para fins ornamentais, muitas vezes enfileiradas em trilhos de passeios. As folhas são em forma de coração e as flores surgem normalmente em junho, mas não têm nenhum ou muito pouco potencial alergénico.
  • Urtiga: Uma planta bem conhecida que todos se lembram pelas picadas dolorosas. As urtigas crescem sobretudo em solos nitrogenados não cultivados. A época de floração prolonga-se de junho a setembro mas apresenta pouca ou nenhuma alergenicidade.
  • Azedinhas: Ambas as ervas silvestres comuns têm pequenas flores discretas amareladas. Crescem normalmente em prados e pastagens e às vezes em áreas costeiras arenosas. A sua época de floração vai de abril a setembro, com pólen a produzir alergenicidade moderada a elevada.
  • Gramíneas: Várias espécies de gramíneas crescem todas ao mesmo tempo, libertando pólen de maio a setembro, com junho e julho como o período do pico. As espécies com o maior potencial alergénico são aquelas que crescem muito alto em pastagens, p. ex. erva-dos-gatos, erva de pomar, aveia e azevém. Todas demonstram efeitos alergénicos elevados, sendo provavelmente o azevém cultivado o mais potente de todos.
  • Artemísia: Esta erva arbustiva de caule lanoso encontra-se em terrenos não cultivados e podem atingir uma altura de 2 metros. As folhas têm fendas longitudinais com pelo branco na parte inferior. As flores são muito pequenas e de cor amarela a castanho-avermelhada. Na Europa, o início da época é no final de julho. A artemísia demonstra alergenicidade elevada.
  • Bolor: Alternaria: Os fungos do género Alternaria aparecem como linhas escuras, pontos ou círculos até um diâmetro de um prato, e são frequentemente encontrados nas casas de banho. Cresce naturalmente em espaços exteriores em materiais vegetais, mas também em espaços interiores em madeira, vedantes de silicone, paredes ou têxteis, onde quer que haja condensação ou outas fontes de humidade com água suficiente. Na Europa central, o período de crescimento da Alternaria começa em meados de junho, com o seu pico em julho ou agosto, e termina com esporos suspensos no ar em setembro ou outubro. As cargas de esporos são algumas vezes muito altas após as chuvas de verão, e a convecção térmica favorece a suspensão dos esporos no ar quando o solo seca. Os esporos de Alternaria têm atividade alergénica elevada a moderada.
  • Bolor: Cladosporium: O Cladosporium é um género de fungos comum em todo o mundo. Em espaços exteriores, é bastante encontrado em materiais orgânicos podres tais como plantas e madeira; em espaços interiores, pode ser encontrado em paredes e objetos afetados por danos causados por água, e até mesmo em alimentos nos frigoríficos. Os pequenos esporos têm uma superfície claramente rugosa, de cor castanho-claro a castanho-escuro. Como acontece com a Alternaria, a época começa em meados de junho, com o seu pico em julho e agosto e termina com esporos suspensos no ar em setembro e outubro. As cargas de esporos são algumas vezes muito altas após as chuvas de verão, e a convecção térmica favorece a suspensão dos esporos no ar quando o solo seca. Os esporos do género Cladosporium têm atividade alergénica moderada.
  • Ácaros: As reações alérgicas a ácaros são muito frequentes. Por vezes conhecida por alergia ao pó, os sintomas clássicos incluem nariz com corrimento, comichão, congestão nasal, olhos com comichão ou inchados e tosse, sobretudo de manhã ao levantar. Na verdade, os agentes alergénicos não são tanto os ácaros, mas as suas fezes. Estas são mais pequenas do que os grãos de pólen normais, revestidas por uma camada de casco fino que decai com o tempo, libertando partículas alergénicas ainda mais pequenas.
  • Animais de estimação: Os gatos e cães são agentes alergénicos perenes, e a sua pelagem (pelo e células da pele) é a maior causa das alergias a animais de estimação. Os animais de estimação perdem pelo e células da pele o tempo todo, principalmente durante a escovagem. Esta pelagem fixa-se na roupa de cama, carpetes, móveis e anda suspensa no ar quando se agita. Tocar e acariciar gatos e outros animais também pode despoletar reações alérgicas tais como irritações cutâneas e erupções com comichão.

 

Guia sobre tipos de alergias

Conheça os tipos de alergias mais frequentes e como pode preveni-las e tratá-las.

V04 PULMICORT® NASAL AQUA 32 microgramas/dose e PULMICORT® NASAL AQUA 64 microgramas/dose suspensão para pulverização nasal. Budesonida. Contém sorbato de potássio, que pode causar reações cutâneas locais. Medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em farmácia. Indicado na prevenção e tratamento da rinite alérgica sazonal e perene alérgica ou não alérgica, em adultos com idade ≥ a 18 anos. Contraindicado em caso de hipersensibilidade à substância ativa ou aos excipientes, em doentes com infeção localizada não tratada que afete a mucosa nasal e em doentes com menos de 18 anos (exceto se prescrito pelo médico). Não deve ser utilizado nas seguintes situações, exceto se por indicação médica: uso concomitante de outros corticosteroides (comprimidos, cremes, pomadas), medicação para a asma, pulverizadores nasais semelhantes ou gotas para os olhos ou nariz; infeções nas vias ou seios nasais; lesão recente ou cirurgia nasal. O tratamento com glucocorticosteroides em doses superiores às recomendadas, ou por períodos prolongados pode originar sinais e sintomas de hipercorticismo, supressão da função HPA e/ou supressão do crescimento nas crianças. Podem ocorrer efeitos sistémicos, que incluem síndrome de Cushing, manifestações Cushingóides, supressão suprarrenal, atraso do crescimento em crianças e adolescentes, catarata, glaucoma e, mais raramente, efeitos psicológicos ou comportamentais como hiperatividade psicomotora, distúrbios do sono, ansiedade, depressão ou agressão. Prevê-se que o tratamento em associação com inibidores da CYP3A, incluindo medicamentos que contêm cobicistato, aumente o risco de efeitos secundários sistémicos. O tratamento com doses elevadas superiores às recomendadas pode resultar em supressão suprarrenal. A função hepática reduzida pode afetar a eliminação dos corticosteroides, causando uma menor taxa de eliminação e exposição sistémica superior, pelo que se deve ter em atenção possíveis efeitos secundários sistémicos. É necessário um cuidado especial em doentes com infeção fúngica ou viral das vias aéreas. Deve consultar um farmacêutico ou médico antes de utilizar o medicamento se: estiver a utilizar um corticosteroide para a asma, alergias ou erupção cutânea; estiver presentemente ou tiver estado exposto a alguém com tuberculose, varicela ou sarampo; tiver hemorragias nasais graves ou frequentes ou tiver tido recentemente úlceras nasais ou tiver sido sujeito a cirurgia nasal ou lesão no nariz ainda não curada; tiver sido diagnosticado com glaucoma ou cataratas; tiver uma infeção ocular ou diabetes. Deve consultar um médico se desenvolver sinais ou sintomas de uma infeção como febre persistente. Se apresentar sintomas como visão turva ou perturbações visuais, deve consultar um oftalmologista. Pode provocar uma reação positiva em “testes anti-doping”. Leia cuidadosamente as informações constantes da embalagem e do folheto informativo. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas, consulte o seu médico ou farmacêutico. Johnson & Johnson, Lda. Lagoas Park, Edifício 9, 2740-262 Porto Salvo. NUIPC 500 153 370. PT/PUL/19-2324.