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Tipos de alergias

Apesar de existirem vários tipos de alergias, as mais frequentes podem ser enquadradas num de quatro grupos. Compreender melhor o que são agentes alergénicos e onde é mais provável encontrá-los irá ajudá-lo/a na sua procura do alívio dos sintomas da alergia.

Rinite alérgica

Alergias causadas por agentes alergénicos exteriores, como os pólenes. Estes agentes alergénicos são leves e podem facilmente ficar suspensos no ar. Saiba mais.

Alergias em espaços fechados

As alergias de origem interior são desencadeadas por vários fatores como por exemplo os ácaros que se desenvolvem em ambientes quentes e húmidos. Saiba mais.

Alergias a animais de estimação

As alergias a animais de estimação não são efetivamente resultado de uma reação contra o pelo do seu animal de estimação, mas contra proteínas nas células da pele do animal. Saiba mais 

Alergias cutâneas

Existem muitos tipos de alergias que se manifestam ao nível da pele. Saiba mais.

Compreender as suas alergias irá ajudá-lo/a a evitar os desencadeadores específicos das mesmas. Nem sempre é possível evitar, mas existem estratégias que podem reduzir a sua exposição aos desencadeadores e ajudá-lo/a a minimizar os desconfortos causados pela sua alergia. Enquanto isso, existem várias opções à sua disposição para o/a ajudar a vencer a batalha contra os sintomas da alergia!

Febre-dos-fenos

22 a 26 % da população portuguesa sofre de rinite alérgica*.

* Referência:

Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica – Rinite. Disponível em http://spaic.pt/client_files/files/Folheto Rinite.pdf . Consultado a 10/05/2019

O que causa a Rinite alérgica?

A Rinite alérgica resulta de um sistema imunitário que é demasiado sensível a pólenes de determinadas árvores e ervas. Tradicionalmente, a época das alergias começa no início da primavera e pode durar até ao final do outono. 

O pólen é o agente alergénico de espaços exteriores mais comum. O pólen é leve e pode facilmente ficar suspenso no ar. O pólen é também muitas vezes transportado involuntariamente por insetos e animais. A maior parte das vezes, é a planta macho da espécie que produz o pólen que causa a alergia. Existem dois grupos principais de pólen: o pólen das árvores e o pólen das ervas.

Os pólenes das árvores são geralmente os primeiros a aparecer, começando no início do ano. Poderá ser útil aprender a reconhecer as árvores específicas na sua zona que libertam o pólen que desencadeia os seus sintomas.

Para obter mais informações sobre como prevenir/tratar as suas alergias clique aqui. Para obter mais dicas detalhadas sobre como lidar com a rinite alérgica clique aqui.

Dicas para lidar com a rinite alérgica

Embora seja impossível escapar por completo aos pólenes (tanto quanto gostaria), existem algumas coisas que pode fazer para ajudar a reduzir a exposição aos mesmos:

1. Evite áreas rurais

As brisas marítimas podem arrastar os pólenes para terra; dirigir-se para a costa pode ajudá-lo/a a escapar destas plantas incómodas!

2. Tome banho quando chegar a casa

O pólen pode fixar-se na sua pele e cabelo. Em dias de muito pólen, tomar banho, lavar o cabelo depois de chegar a casa e mudar de roupa pode ajudar a reduzir os sintomas

3. Mantenha as janelas e as portas fechadas

​Isto é extremamente importante de manhã e à tarde, quando o pólen atinge níveis máximos. Fechar as janelas e as portas pode ajudar a manter o pólen fora de casa. Se ainda estiver a sofrer dentro de casa, um filtro de ar HEPA talvez consiga ajudar.

4. Vista-se conforme o tempo

Use óculos de sol envolventes e um chapéu com abas grandes; isto pode ajudar a manter o pólen longe dos olhos e da cara.

5. Monitorize os níveis de pólen diariamente

Monitorize o pólen diariamente.  Normalmente, o período de maior concentração de pólen no ar vai desde o meio da manhã até à tarde.  Tente evitar permanecer em espaços exteriores, sobretudo em dias de vento quando o pólen está disperso e misturado no ar.

Rede Portuguesa de Aerobiologia: https://www.rpaerobiologia.com/

Se ainda estiver a sofrer poderá necessitar de medicação. Clique aqui para obter mais informações sobre as opções de tratamento disponíveis para si.

Espaços fechados

As alergias em espaços fechados, tais como ao pó e ao bolor, são frequentes. Leia abaixo para obter mais informações sobre o que causa estas alergias e como pode geri-las.

  • Alergia aos ácaros e ao pó

Não conseguimos vê-los, mas os ácaros vivem entre nós.  Eles são aracnídeos microscópicos que se encontram um pouco por toda a casa, agarrados a tecidos, estofos, lençóis, almofadas e colchões.  Os ácaros são a principal causa das alergias em espaços fechados.

Estes insetos, invisíveis a olho nu, vivem estritamente em espaços fechados. Alimentam-se dos milhões de células mortas da pele que libertamos do nosso corpo todos os dias.  O pó da casa é constituído por muitas partículas — fibras de tecidos, bactérias e ácaros. 

Como todos os desencadeadores, reconhecê-los como a causa dos seus sintomas fará com que personalize as suas estratégias para melhor gerir a sua patologia.

  • Alergia a bolores

Apesar de, geralmente, associarmos os sintomas da rinite alérgica a plantas e pólenes, os esporos libertados pelo bolor podem muitas vezes ser um inimigo oculto e podem causar sintomas semelhantes à rinite alérgica. O bolor é um agente alergénico comum que se encontra naturalmente em espaços exteriores, mas também pode infiltrar-se em zonas húmidas da sua casa. O desenvolvimento de bolores tende a atingir o pico no final do verão e termina no outono, dependendo da humidade do local.

Os pequenos esporos do bolor que pairam no ar e causam reações alérgicas podem ser encontrados tanto em espaços interiores como exteriores e desenvolvem-se em qualquer ambiente se estiverem reunidas as condições de reprodução: humidade e escuridão. Reconhecer uma alergia ao bolor em espaços fechados é o primeiro passo para a gerir. Ao eliminar a origem do bolor, poderá resolver o problema na totalidade.

Para obter mais informações sobre como prevenir/tratar as suas alergias clique aqui. Para obter dicas detalhadas sobre como lidar com alergias em espaços fechados clique aqui.

Recomendações para lidar com alergias em espaços fechados

  • Recomendações para lidar com ácaros

  1. Têxteis
     Diminua a utilização de carpetes e alcatifas. São preferíveis outro tipo de pavimentos, que sejam facilmente limpos.
  2. Prevenir
     Pode adquirir colchões personalizados e adequados a si e proteções de almofadas que protegem contra os ácaros.
  3. Limpar regularmente
     Limpe regularmente o pó com um pano húmido, e aguarde que este assente antes de aspirar.
  4. Preparar
    Lave os lençóis e cobertores em água quente pelo menos uma vez por semana.
  5. Investir em tecnologia
     Instale um filtro HEPA para a filtração do ar e utilize um aspirador para filtrar os ácaros que vivem em sua casa.
  6. Estabelecer uma rotina
    A limpeza a vapor profissional de tapetes é uma forma eficaz de reduzir os agentes alergénicos.  É melhor fazer isso como parte da sua rotina de limpeza de primavera, antes do início da época das alergias.
  • Recomendações para reduzir o bolor em espaços fechados

  1. Qualidade do ar: 
    Mantenha os níveis de humidade baixos com aparelhos de ar condicionado e desumidificadores. 
  2. Têxteis:
    Evite carpetes e tapetes em casa.  Se tiver alguns, prefira os de pelo curto e limpe-os a vapor regularmente.
  3. Investir em tecnologia: 
    Os esporos do bolor são excecionalmente pequenos e não se deixam apanhar com facilidade pelos filtros de ar usuais.  Para reduzir os esporos do bolor suspensos no ar, instale um filtro de ar HEPA.  Consegue apanhar partículas de ar como pólen, ácaros, bolor e pelos de animais de estimação através deste filtro. Isto irá reduzir significativamente as partículas suspensas no ar em sua casa.
  4. Preparar: 
    Quando aspirar, varrer ou realizar outros trabalhos domésticos, pode tropeçar em muito bolor e pó acumulado.  Use uma máscara para reduzir a sua exposição.  No chão de superfície dura, varra primeiro e a seguir passe um pano húmido para minimizar a flutuação do pó no ar.  Utilize panos de limpeza de microfibra reutilizáveis. 
  5. Prevenir: 
    Utilize soluções de limpeza adequadas à eliminação de bolor e mofo.
  6. Monitorizar: 
    Verifique a sua casa quanto a fugas visíveis ou humidade.  O bolor tem um cheiro característico que poderá alertá-lo/a para uma área de crescimento.  Verifique as casas de banho, caldeiras — qualquer área que esteja mal ventilada, escura e tenda a ser húmida — uma vez que são viveiros de bolor.

Se ainda estiver a sofrer de uma alergia em espaços fechados poderá precisar de medicação; clique aqui para obter mais informações sobre as diferentes opções de tratamento disponíveis.

Animais de estimação

Alergias a animais de estimação (cão/gato)

Os nossos animais de estimação podem ser como membros da nossa família, mas infelizmente, também podem ser desencadeadores de alergias para algumas pessoas. 

Trata-se de uma situação difícil, mas controlável.  Se o seu animal de estimação vive em espaços exteriores ou passa muito tempo ao ar livre, quando volta a entrar em casa pode tornar-se num transportador de pólenes do exterior . Seria fácil assumir que o próprio animal de estimação seria o responsável pelas alergias, mas pode descobri-lo limpando-o antes de entrar em espaços interiores de modo a remover o pólen que possa estar agarrado ao pelo.

Poderá ser uma “pessoa de gatos” ou uma “pessoa de cães,” mas se é alérgico/a a gatos, não significa que é alérgico/a a cães e vice-versa.  É claro que a forma mais exata de saber exatamente a que é alérgico/a é realizar um teste de alergias.

O que leva os animais de estimação a causar alergias?  Os agentes alergénicos que os animais de estimação produzem encontram-se na sua urina, saliva e pelagem (que são as células mortas que caem regularmente através do processo de queda de pelo natural do animal de estimação); não é devido ao seu pelo como se possa pensar.  Por isso, não é o pelo que causa os seus sintomas de alergia, mas sim a saliva no pelo proveniente da autolavagem do animal de estimação.  Assim que a saliva seca, fica suspensa no ar facilmente.

Evitar ter um cão ou gato como animal de estimação é obviamente a melhor forma de prevenir este problema, mas se deseja ter um animal de estimação, existem formas de ajudar a prevenir/tratar os seus sintomas.

Para obter mais informações sobre como prevenir/tratar as suas alergias clique aqui. Para obter dicas detalhadas sobre como lidar com alergias a animais de estimação clique aqui.

Recomendações para lidar com a sua alergia a cães e gatos

Se não consegue viver sem os seus amigos de quatro patas, certifique-se de que toma as seguintes medidas defensivas para manter os agentes alergénicos no mínimo:

1. Limpar
Limpe regularmente o seu cão ou gato para remover a saliva existente no pelo proveniente da sua autolavagem.

2. Ter em atenção o pólen
Limpe o seu cão ou gato sempre que retornam a casa para remover do pelo os pólenes do espaço exterior.

3. Rotina de escovagem
A escovagem frequente do seu cão ou gato, de preferência realizada por alguém que não você, também irá reduzir os agentes alergénicos no pelo.

4. Hábitos de dormir
Tente manter o seu cão ou gato afastado do quarto de dormir. Isto irá limitar a sua exposição a agentes alergénicos suspensos no ar tais como pelo. Arranjar-lhes uma área própria para comer e dormir, afastada dos quartos de dormir e salas de estar pode ser uma boa solução.

5. Aspirar
Prestar mais atenção ao aspirar o carro, mobiliário e sobretudo a cama do cão ou gato irá ajudar a manter os níveis de agentes alergénicos mais baixos.

A prevenção é a estratégia mais acertada para gerir as alergias a cães ou gatos. No entanto, para aqueles que não podem viver sem um amigo peludo, existe esperança. Os agentes alergénicos encontram-se na saliva e pelo de todos os cães ou gatos. Apesar de os cientistas terem comprovado que não existem cães ou gatos hipoalergénicos, existem características que as pessoas alérgicas podem procurar:

  1. Tamanho: os cães ou gatos mais pequenos deixam uma pegada alergénica mais pequena. Basicamente, emitem menos material orgânico (p. ex. saliva) do que os animais de estimação maiores.

  2. Queda de pelo: os cães ou gatos que perdem menos pelo libertam menos agentes alergénicos no ar. Todos os cães e gatos perdem pelo, mas aqueles que perdem menos pelagem são considerados mais “amigos das alergias”.

Se ainda estiver a sofrer poderá necessitar de medicação. Clique aqui para obter mais informações sobre as opções de tratamento disponíveis para si.

Pele

Alergias cutâneas

Olhos com comichão e nariz com corrimento não são as únicas reações que os agentes alergénicos podem causar. A urticária é uma inflamação da pele, que é desencadeada pela libertação de histamina por parte do sistema imunitário. A histamina causa o extravasamento de líquido dos vasos sanguíneos e o inchaço da pele. Isto pode causar-lhe prurido, pústulas vermelhas e brancas ou pápulas que variam em tamanho e podem aparecer em qualquer parte do corpo.

Existem dois tipos de urticária:

  1. A urticária aguda pode ocorrer ao comer alimentos específicos ou ao entrar em contacto com um desencadeador. Também pode resultar de outros fatores tais como o calor, exercício, reações a medicamentos ou insetos.
  2. A urticária crónica é uma reação contínua que pode ser causada por diferentes desencadeadores. Pode durar anos.

A boa notícia é que embora a urticária possa ser desconfortável ou até dolorosa, não é contagiosa e pode muitas vezes ser minimizada e tratada.

Para obter mais informações sobre como prevenir/tratar as suas alergias clique aqui. Para obter dicas detalhadas sobre como lidar com as suas alergias cutâneas clique aqui.

Recomendações para lidar as alergias cutâneas

Caso tenha alergias cutâneas, existem muitas formas de ajudar a minimizar o impacto:

  1. Evitar a causa
    Evitar a causa da sua alergia é normalmente uma boa solução. Em particular com alergias cutâneas em que a causa pode ser identificada, a melhor forma de reduzir os sintomas é evitar totalmente os desencadeadores.

  1. Acalme a sua erupção cutânea
    Se o desencadeador for inevitável, utilizar uma compressa fria ou tomar um duche de água fria pode ajudar a acalmar uma erupção cutânea pruriginosa. Seque a pele para evitar irritá-la ainda mais.

  1. Aplique um tratamento natural
    Aveia moída misturada com água pode ser um bom remédio natural para algumas pessoas. Misture sempre com água morna, não quente.

  1. Deixe-a respirar
    Não use roupas apertadas, pois podem friccionar e irritar a sua erupção cutânea. Em vez disso, use roupas soltas que deem espaço à pele.

Se ainda estiver a sofrer poderá necessitar de medicação. Clique aqui para obter mais informações sobre as opções de tratamento disponíveis para si.

Sintomas

Para compreender as suas alergias, necessita de saber quando estas estão a perturbá-lo/a. Saiba como reconhecer os sintomas de alergias mais frequentes aqui.

Tratar a sua alergia

Descubra os medicamentos disponíveis que podem ajudá-lo/a a tratar os seus sintomas de alergias, incluindo anti-histamínicos, descongestionantes, corticosteróides e imunoterapia.

V04 PULMICORT®NASAL AQUA 32 microgramas/dose e PULMICORT® NASAL AQUA 64 microgramas/dose suspensão para pulverização nasal. Budesonida. Contém sorbato de potássio, que pode causar reações cutâneas locais. Medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em farmácia. Indicado na prevenção e tratamento da rinite alérgica sazonal e perene alérgica ou não alérgica, em adultos com idade ≥ a 18 anos. Contraindicado em caso de hipersensibilidade à substância ativa ou aos excipientes, em doentes com infeção localizada não tratada que afete a mucosa nasal e em doentes com menos de 18 anos (exceto se prescrito pelo médico). Não deve ser utilizado nas seguintes situações, exceto se por indicação médica: uso concomitante de outros corticosteroides (comprimidos, cremes, pomadas), medicação para a asma, pulverizadores nasais semelhantes ou gotas para os olhos ou nariz; infeções nas vias ou seios nasais; lesão recente ou cirurgia nasal. O tratamento com glucocorticosteroides em doses superiores às recomendadas, ou por períodos prolongados pode originar sinais e sintomas de hipercorticismo, supressão da função HPA e/ou supressão do crescimento nas crianças. Podem ocorrer efeitos sistémicos, que incluem síndrome de Cushing, manifestações Cushingóides, supressão suprarrenal, atraso do crescimento em crianças e adolescentes, catarata, glaucoma e, mais raramente, efeitos psicológicos ou comportamentais como hiperatividade psicomotora, distúrbios do sono, ansiedade, depressão ou agressão. Prevê-se que o tratamento em associação com inibidores da CYP3A, incluindo medicamentos que contêm cobicistato, aumente o risco de efeitos secundários sistémicos. O tratamento com doses elevadas superiores às recomendadas pode resultar em supressão suprarrenal. A função hepática reduzida pode afetar a eliminação dos corticosteroides, causando uma menor taxa de eliminação e exposição sistémica superior, pelo que se deve ter em atenção possíveis efeitos secundários sistémicos. É necessário um cuidado especial em doentes com infeção fúngica ou viral das vias aéreas. Deve consultar um farmacêutico ou médico antes de utilizar o medicamento se: estiver a utilizar um corticosteroide para a asma, alergias ou erupção cutânea; estiver presentemente ou tiver estado exposto a alguém com tuberculose, varicela ou sarampo; tiver hemorragias nasais graves ou frequentes ou tiver tido recentemente úlceras nasais ou tiver sido sujeito a cirurgia nasal ou lesão no nariz ainda não curada; tiver sido diagnosticado com glaucoma ou cataratas; tiver uma infeção ocular ou diabetes. Deve consultar um médico se desenvolver sinais ou sintomas de uma infeção como febre persistente. Se apresentar sintomas como visão turva ou perturbações visuais, deve consultar um oftalmologista. Pode provocar uma reação positiva em “testes anti-doping”. Leia cuidadosamente as informações constantes da embalagem e do folheto informativo. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas, consulte o seu médico ou farmacêutico. Johnson & Johnson, Lda. Lagoas Park, Edifício 9, 2740-262 Porto Salvo. NUIPC 500 153 370. PT/PUL/19-2324.